Pesquisar assunto

VENDO ESTE BLOG. NÃO INCLUI A MONETIZAÇÃO E/OU APOSTILAS E CADERNOS DE EXERCÍCIOS, SOMENTE O CONTEÚDO. MOTIVO: SEM TEMPO SUFICIENTE PARA ADMINISTRAR. FALAR COM: GPM.MIL@GMAIL.COM

27 de jun. de 2020

(ENEM 2019) QUESTÃO

Na madrugada de 11 de março de 1978, partes de um foguete soviético reentraram na atmosfera acima da cidade do Rio de Janeiro e caíram no Oceano Atlântico. Foi um belo espetáculo, os inúmeros fragmentos entrando em ignição devido ao atrito com a atmosfera brilharam intensamente, enquanto “cortavam o céu”. Mas se a reentrada tivesse acontecido alguns minutos depois, teríamos uma tragédia, pois a queda seria na área urbana do Rio de Janeiro e não no oceano.

LAS CASAS, R. Lixo espacial. Observatório Astronômico Frei Rosário, ICEx, UFMG. Disponível em: www.observatorio.ufmg.br. Acesso em: 27 set. 2011 (adaptado).

De acordo com os fatos relatados, a velocidade angular do foguete em relação à Terra no ponto de reentrada era 
a) igual à da Terra e no mesmo sentido. 
b) superior à da Terra e no mesmo sentido. 
c) inferior à da Terra e no sentido oposto. 
d) igual à da Terra e no sentido oposto. 
e) superior à da Terra e no sentido oposto.

Se, na situação relatada, os fragmentos do foguete adentraram a atmosfera terrestre sobre a cidade do Rio de Janeiro e caíram no Oceano Atlântico, sua velocidade angular está orientada no mesmo sentido da rotação da Terra, porém com intensidade maior que a velocidade angular de rotação do planeta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário